Coisas que não gosto (mesmo nada) que fazemos aos nossos filhos.

Preferia muitoooo mais escrever um post sobre coisas que gosto mesmo muito. Tentei. Escrevi. Apaguei tudo e reescrevi.  

Com o positivo (que eu tanto gosto) juro que não estava a conseguir passar a mensagem que queria. 
Mas não julguem que estou simplesmente a acusar e que não ponho a mãozinha no coração… Neste post estou envolvida porque, obviamente, também eu já caí nisto. 
Mas por perceber que odeio, consegui modificar e evitar fazer. Muitas vezes me apetece dizer a mães (amigas, pessoas que sigo) para não o fazerem. Mas quem sou eu para me meter nisso, não é?! 
Também errei e fiz algumas destas coisas. E trabalho todos os dias para não as repetir. Não aprendi sozinha a ver que algumas destas coisas destroem o espírito e a essência dos nossos filhos. Li muita coisa, para agora como quando acontecem, todas as campainhas comecem a tocar. E tento emendar. 
Apesar deste ser um post carregado de coisas negativas, acredito que lhe consigam ver a intenção positiva. 
Então aqui vai o meu top de coisas que odeio nesta coisa exigente que é a educação:
1. Comparações  
A sério. Tiram-me do sério. Talvez porque tenha crescido e vivido muito perto disto, tenho alergia. Mães que comparam os filhos com os das outras, mães que comparam os seus próprios filhos entre eles. Este é mais responsável que o outro, este é mais querido que o outro… Comparar quebra a confiança que temos em nós. É como se tivéssemos de estar sempre a competir e nos reste tentar ser diferentes. Cada ser filho deve sentir que é um ser especial, deve amar ser como é. Deve sentir que não é pior que outro porque tem aquela característica. O que cria a comparação entre irmãos é que o que é dito como “pior” não se sinta bem, seja sempre uma sombra do outro. Depois podem acontecer duas coisas: ou tenta copiar (e nunca se vai sentir bem porque não é ele), ou insiste no seu traço negativo porque já que é pensado assim, então que tenha proveito. 
E já agora, quando uma mãe nos fala dos seus filhos, não temos de necessariamente responder com os nossos. Em vez de dizermos: “Ai o meu teve “Muito bom!” podemos ouvir as boas notas do filho de alguém e dizer simplesmente: Parabéns, estás a fazer um bom trabalho com o teu filho. 😉
2. O mundo é que está errado
Temos sempre de defender os nossos. Isto é um facto. Mas quando não estão certos, não estão certos. Muitas vezes vê-se isto nas escolas, com os professores. Alguns pais não põem os filhos a pensar nos seus atos, para imediatamente, atacarem os outros. Obviamente, há muita coisa errada nas escolas mas às vezes devemos pensar que com turmas de quase 30 alunos, o professor tem de pôr um ponto final. Ainda que às vezes não seja justo, temos de lhes passar empatia pelo outro, e pô-los nos seus sapatos. Quando lhes damos sempre razão, mesmo quando não a têm, eles não vão pensar em quem e o que sente quem está no outro lado. 
3. Uns coitadinhos, coitadinhos…
Viver as dificuldades, as injustiças, dar força às fraquezas, à incapacidade. Nãoooooo!!! Os nossos filhos vão mudar o mundo!!!
Vocês conhecem este rapaz? Uma vez ouvi-o dizer que os pais nunca deram força à sua deficiência. Então foi ator, nadou, jogou futebol, fez amigos, arranjou um trabalho, foi comentador desportiva, dá palestras…
Os nossos filhos são capazes de tudo. Não acentuar o que têm de mais fraco, os seus e nossos medos. Elevar o mais forte, sem nunca lhes fazer crer que não conseguem, que são fracos, que são coitadinhos. Aqui também pode haver a comparação quando um irmão é mais fraco em alguma coisa que o outro. Viver as fragilidades dos nossos filhos é empola-las. O que devemos fazer é descobrir o seu oposto e tentar sempre motivá-lo.
4. Etiquetas são nos frascos
Vem um bocadinho na onda da comparação, mas podem existir sem ela. Odeio! São as etiquetas que pomos aos nossos. Muitas vezes não são por mal, mas estamos a nós, segundo a nossa avaliação, a definir os nossos filhos e a sua personalidade.
E passa a vida a acontecer. Vejo tanto na internet. Esta é a peste, aquele é o tímido, o outro é inseguro…. Horrível!!!
Há muitas coisas que os meus pais acham que eu sou e eu não o era, pelo menos sempre. Por exemplo. Eu era a feliz, que não tinha problemas e que resolvia bem a vida. E quando isto não acontecia?! O meu rótulo neste caso era positivo mas, às vezes, se não estava feliz não era levada em conta.
As etiquetas não são boas porque nós não somos só uma coisa, ou sempre a mesma coisa, como os feijões lá de casa. Claro que isto não é só aplicado a crianças. Era bom que todos deixássemos de ter rótulos. Mas como não vai acontecer, pelo menos, que tentemos não o fazer na infância quando há uma personalidade (cheia de grão, feijão, arroz, massa) a formar-se. 
Espero que gostem da minha lista negativa e que não a levem a mal. 

Atenção (o melhor que podemos dar aos nossos)

Uma das coisas que mais me pedem é um conselho para se viver bem em família. Eu que odeio conselhos e que, às vezes, também ando em busca de orientar melhor a minha vida com os meus digo logo que não há conselhos (tirando não se levar o telemóvel no bolso de trás das calças quando vamos à casa de banho eheheh).
Mas na realidade eu sei o que devo trazer para os meus dias de forma a vivermos em maior harmonia. E não há nada como a atenção. Com os filhos, com a pessoa que está ali ao nosso lado, que muitas vezes são quem tem de aturar o pior de nós.
Nesta correria de dias sinto muito isso. Que os fogos da rotina podem apagar a chama do casal, e a nossa relação com os filhos. Ouvirmos com atenção, darmos espaço para nos mostrarem como estão, termos pequenos gestos para mostrar que estamos ali.
Quando o meu filho fez 8 anos, agora em dezembro, escrevi-lhe uma carta. Lá contava como tinha sido quando ele nasceu, e depois como foi em bebé. Depois de ler ele disse-me que tinha sido o presente melhor que recebeu. Fiquei comovida e prometi passar a escrever sempre. Deixar bilhetes de amor pelos nossos espalhados pela casa, ter um tempinho só para cada um individualmente, oferecer flores*, dar apenas o nosso tempo e atenção pode ser o grande sucesso de uma família mais coesa, mais atentos e com mais empatia uns pelos outros.
Acredito que tudo o que der agora aos meus filhos, posso vir a colher na relação com eles no futuro. E com o meu marido o mesmo, quando tivermos o ninho vazio, teremos sempre ali aquele espaço especial que é só nosso.
Dicas para pequenos nadas cheios de tudo:
  1. Espalhar bilhetinhos pela casa personalizados para cada membro
  2. Contar muitas histórias boas da infância, do nascimento, etc…
  3. Ter um programa individual
  4. Fazer quiz para ver se todos se conhecem bem
  5. Uma lista de todas as coisas boas (inspirada na peça linda do Ivo Canelas)
  6. Largar telemóveis e tecnologias
  7. Jogar jogos de tabuleiro
  8. Fazer peças de teatro com texto próprio/ ou jogo de imitar cada membro da família
  9. Fazer uma discoteca em casa/piqueniques/Jantar no chão
  10. Ir acampar
  11. Ir ver estrelas no céu ou uma exploração à floresta

*Se quiserem passem o meu código ao vosso marido da Colvin Co. Para bom entendedor, meia palavra (ou código) basta. Vem aí o Dia dos namorados. Eheheh Nada melhor que tocarem à nossa porta e ser um ramo de flores lindas. 

Eu é que descobri

Como muitos sabem a minha primeira formação não foi em jornalismo, foi em publicidade. Comecei por estagiar numa grande agência com os melhores profissionais da altura.
Uma dupla criativa (para quem não está familiarizado) faz-se com um copy, que é quem escreve, e o designer. Eu obviamente queria a primeira opção.
Era uma vida divertida onde éramos obrigados a ter várias ideias por dia e onde a sede pela criatividade pairava sempre no ar. Talvez venha daí esta minha vontade de estar sempre a criar coisas. Fiquei com uma das duplas melhores de Portugal e aprendi imenso.
Depois também percebi que ser copy não era para mim e acabei no jornalismo.
Quando comecei a ver os anúncios mais recentes do Lidl, depois de uns anos que eu considerei que a publicidade andava um bocado adormecida em comparação com aqueles anos áureos, achei que atrás dos anúncios devia estar alguém brilhante.
Tudo começou na alface do LIDL, e agora, superando essa campanha, chega-me a “fui eu que descobri”, que mostra como os clientes  podem, todas as semanas, encontrar produtos surpreendentes.
Serei a única que ama encontrar produtos novos e achar que fui a primeira? Acho que não, porque no instagram desafiei as pessoas a mostrarem o que descobriram no LIDL e tem sido uma risota. Vão lá espreitar! E é mesmo verdade, sempre que vou lá encontro alguma novidade boa lá para casa.
O que eu descobri (porque eu também descubro coisas ;)) foi que quem estava atrás dessa campanha tinha sido o copy com quem estagiei. É das campanhas mais giras de últimos anos e a mim diz-me tanto porque estou sempre a reparar que as pessoas descobriram sempre primeiro que as outras alguma coisa. Achei incrível estão todos de parabéns por voltar em apostar na publicidade criativa inteligente e que toca sempre em alguém.
Nota (e ai de vocês que desmintam): eu é que descobri o blusão de ganga que tenho vestido na foto em cima, o óleo de Argão, massajador de pernas, os organizadores de frigorífico, etc, etc, etc…. 😉


Passaportes com crianças [tudo o que precisam de saber.]

Como sabem, em princípio vamos fazer a nossa primeira longa viagem em família.
Apesar de ser só em março, tive de tratar dos passaportes o mais rápido possível.
Dei com o nariz na porta numa das tentativas porque já não havia senhas no aeroporto. E por isso, e também para agradecer as dicas, aqui vai tudo o que precisam de saber se precisarem de fazer o passaporte num speed (com filhos atrás). 
A minha ideia era que eles não faltassem à escola e, por isso, fui ao sábado ao aeroporto de Lisboa. 
Esqueçam ir depois das 8 da manhã. Não sabíamos, chegámos às 10h e já não havia senhas.
Foi chato porque perdemos uma manhã e tivemos o custo da deslocação para a cidade (lol). 
Se querem fazer ao sábado vão bem cedinho pois parece que nos outros dias da semana ali é super tranquilo. O ideal, se não têm pressa, é fazerem por marcação na net aqui ou por telefone (+351) 21 195 05 00 (dias úteis, das 8h às 20h). Nem sempre as datas são ideais e não podem esperar, mas é sem dúvida a melhor solução porque têm uma hora marcada e evitam esperas desnecessárias.
Acabámos por fazer na 2ª feira de manhã, cheguei com a mais velha à Conservatória de Cascais (atenção procurarem a porta sem agendamento e verificarem se a vossa Conservatória ou Loja do Cidadão faz passaportes). Até porque podíamos ter pago pelo pedido normal 325€ pelos cinco, e acabámos por pagar mais 100€ pelo pedido expresso. Se for urgente, ou seja de um dia para o outro seriam 475€ por todos. (Quase dá para uma viagem.;))
O meu marido veio um bocadinho mais tarde com os outros dois. Chegámos meia hora antes de abrir  (8h30) para tirarmos senha e saímos com tudo feito para os 5 por volta das 10h. Até correu bem e eles acharam um programa.;) Quarta feira estão prontos.
O que precisam:
De algo para entreter as crianças: lápis, canetas, cadernos, bonecos ou os vossos telemóveis eheheh 
 Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão válido 
Não são necessárias fotografias porque tiram lá.
São recolhidos: a imagem da cara, as impressões digitais e a assinatura do titular (quando sabe assinar). 
Quanto vão pagar:
Pedido normal (5 dias úteis): 65 euros
Pedido expresso (2 dias úteis): 85 euros
Pedido urgente (1 dia útil): 95 euros
Pedido urgente com entrega no Aeroporto de Lisboa (1 dia útil): 100 euros
Envio para morada: + 10 euros
Para levantar:
Não precisam de levar as crianças. Podem levantar o passaporte deles sem a sua presença. E do cônjuge também desde que assinem o papel a dar autorização. 
Estamos numa excita e mal pudermos contar vimos logo aqui. 
Espero que seja útil para famílias viajantes.
Mil beijos e aproveitem

Se as manhãs são infernais, a culpa é minha.

É muito típico na nossa cultura sacudirmos o capote às nossas responsabilidades. Arranjamos desculpas e bodes expiatórios para se a coisa não correr como o esperado. Mas se correr bem, então é nosso mérito. 

Viver essa meia verdade começou a fazer-me confusão desde cedo e, muitas vezes, me cheguei à frente quando o erro ou não era totalmente minha culpa, ou era partilhado.
Talvez me tenha prejudicado algumas vezes mas essa responsabilidade fez-me crescer e ganhar estaleca. E, sobretudo, fez-me dormir de consciência tranquila. Ao fim do dia, talvez até tenha servido de lição a alguém.
Depois de ser mãe passei por uma fase em que me esqueci disso. Estava atrasada porque eles me atrasaram, não consegui porque eles não deixaram, não fiz porque eles me atrapalharam. 
Até que percebi que estava a cair naquele erro que tanto odiava ver.
As minhas manhãs são a maior prova do trazer até mim a responsabilidade depositada noutros. 
Se me atraso significa que tenho de acordar mais cedo que todos, que tenho de ter mais coisas preparadas de véspera, que os tenho de acordar mais cedo, que os devo ajudar a fazerem todas as tarefas a horas ou que, simplesmente, preciso de pôr um sorriso para mudar o ambiente.
Não lhes tirando responsabilidades, obviamente super importantes para desenvolverem autonomia própria, tenho de os ir orientando. Os mais velhos vestem-se sozinhos, dão comida e passeiam o cão, preparam as mochilas [taekwondo incluído], lavam dentes e penteiam-se…
Se eu não acordar mais cedo e me arranjar ao mesmo tempo sei que vão haver distrações. E ainda tenho a mais nova que é, obviamente, mais dependente de mim.
Por isso, para poder orientar tenho de estar livre das minhas tarefas. Para isso acontecer tenho de acordar mais cedo. Para acordar mais cedo tenho de me deitar mais cedo. E para me deitar mais cedo tenho de ser mais organizada.
Porque a Madalena leva almoço para a escola, é outro dos entraves a uma manhã calma se não fizer de véspera.
Se acharmos que os nossos dias não chegam para tanta coisa temos de fazer render o fim de semana e, por exemplo, cozinhar para a semana toda deixando-nos mais livres do dia-a-dia.
Há muitos truques que podemos implementar de forma a trazermos mais organização às nossas rotinas. Como pôr a mesa de pequeno almoço na véspera para proporcionarmos um começo maravilhoso à nossa família.
É isto que tenho aprendido nesta vida que anda tão a correr. Nem sempre funciona mas quando funciona é mágico. E aí percebemos que o controlo da nossa vida está em nós. Nós temos o controlo daquilo que é controlável na nossa vida e devemos aproveitar essa parte que é de conta certa. Já basta o incontrolável.

10 dicas para manhãs organizadas e todos a horas à porta de casa:
(Uma lista que recuperei e acrescentei de um post antigo)
1. Acordar mais cedo que eles (e pensar em coisas bonitas)
2. Preparar as coisas de véspera
3. Dar tarefas a cada um
4. Depois das tarefas individuais juntar tudo mesmo grupo para as tarefas coletivas como o pequeno-almoço, pentear e lavar os dentes
5. Pôr relógios nos filhos
6. Estabelecer uma hora limite para cada coisa e para a saída de casa
7. Usar os fins de semana para orientar os dias da semana
8. Planear refeições e roupas
10. Fazer um calendário semanal para cada um

Fiz a revisão do meu ano passado. E aprendi muito mais com o mau.

O meu marido, sempre muito à frente, traz-me sempre os conceitos e as pessoas mais interessantes e que ainda não se fala cá. A sério. Alguém cace este homem (com calma e respeito;))) que ele sabe o que vai virar tendência antes da hora. 😉 

Foi ele quem me deu a conhecer há alguns anos a Marie Kondo (ainda nem havia os livros cá) e também me mostrou o Tim Ferriss. 
Quis muito partilhar esta lista dele porque adorei e acho que é mesmo como devemos encarar o que queremos trazer para a nossa vida nos próximos 365 350 dias.
A ideia é muito gira e mostra-nos que devemos esquecer futuras resoluções, mas antes fazer uma revisão do ano que passou.
Para mim teve coisas muito boas e outras menos boas e que não quero repetir. A maior lição do ano passado é que não devo misturar casa, trabalho e lazer. Essa foi o problema que passou a ser uma regra para ficar. Preciso de saber dividir as áreas da minha vida para ter paz e ser feliz. A segunda foi ser mais organizada e assertiva nas minhas decisões, confiar no meu instinto e pôr sempre tudo por escrito.
Outra coisa a reter foi que simplificar a minha casa me traz muitos benefícios. De tempo, de stress, de estado de espírito. Por isso, destralhar é obrigatório para sempre. Obviamente, consumir o essencial, o que me traz alegria e o que me ajuda nos meus dias é a condição. 
Depois pessoas. Estar mais com quem me quer bem, dar mais a quem me dá. Como uma escala. Não é dar para receber. É apenas uma melhor gestão de esforço e expectativas. 
Fiz a lista e estou a postos para a aplicar. 
Se quiserem aqui vai, já traduzidinho para que não tenham trabalho:
Esqueçam as resoluções de ano novo e façam uma “revisão do ano passado”
 por Tim Ferriss

1. Peguem num bloco de notas e criem duas colunas: POSITIVO e NEGATIVO.

2. Percorram o calendário a partir do ano passado, passando por todas as semanas. 
3. Para cada semana, anotem no bloco todas as pessoas e atividades que provocaram um pico positivo ou negativo esse mês. Ponham-nas na respetiva coluna. 
4. Depois de percorrerem todo o ano passado, vejam lista e perguntem “Quais 20% de cada coluna produziram os picos mais confiáveis ​​ou poderosos?”
5. Com base nas respostas, peguem nos vencedores “positivos” e agendem mais destes em 2018. Coloquem-nos no calendário agora! Reservem coisas com amigos e preparem tudo antecipadamente! Esse é o primeiro passo. 
O segundo passo é pegarem nos vencedores “negativos, colocar no topo da “NOT TO DO LIST” e porem esta lista num lugar onde possam vê-la todas as manhãs nas primeiras semanas de 2018. Essas são as pessoas e coisas que os fazem sentir miseráveis, por isso não os coloquem no vosso calendário por obrigação, culpa, FOMO (Fear of Missing Out) ou outras tolices.

E lembrem-se: não é suficiente remover o negativo. Isso simplesmente cria um vazio. Obter as coisas positivas no calendário o mais rápido possível, para que não fique lotado com parvoíces e ruído que, caso contrário, preencherão os vossos dias. Boa sorte!

Já começaram o vosso 2019? Eu já!

Bem sei que ainda agora começámos mas vim cá ver se estão a trabalhar para que o vosso ano seja bom…  Que caminho estão a preparar? Quantas das vossas resoluções já cumpriram?
Deixar para amanhã o que se pode fazer hoje já me pareceu pior do que agora. às vezes é bom refletir. Mas não vamos deixar esquecidas as nossas intenções. 
Olhem… eu já me inscrevi no ginásio e já fui uma vez. 😉 Também já marquei almoço com uma amiga que não estava há séculos. Comprei uma máquina nova. E estou a traçar os meus planos profissionais e fazer new Business. 
Quem está a querer mudar/acertar rumo é importante sentar-se e traçar objectivos. 
É como a campanha do Lidl #comecehoje que adorei e que me fez querer logo começar a trazer coisas boas para os meus dias. Está genial, muito bem feita e inspiradora. Por exemplo, têm imensa roupa de desporto gira e barata para nos incentivar a começar (ou continuar), têm soluções para cozinhar de forma saudável, a vapor, vegetariana, etc, outras para pouparmos, para nos focarmos e organizarmos… Eu que venho da publicidade adoro ver marcas a criarem a sua personalidade e que, para além de venderem, também querem inspirar. Amei!
Comecem lá com o pé direito e continuem sim? Vejam pequenas mudanças saudáveis, felizes e cheias de saúde que podem fazer  em www.lidl.pt

Trabalho, prints (e um passatempo maravilhoso)

Adoro passear na net (mais no pinterest e etsy) a inspirar-me em coisas bonitas.

Tenho a mania dos manifestos, quotes, calendários, to do lists… Sou frenética a este ponto. 😉
Mas realmente estas pequenas coisas dão-me vontade de fazer bonito. 
Uma das novas preocupações que tive de pensar quando comecei a trabalhar por contra própria foi o equipamento que precisava para a desempenhar com paz, segurança e confiança. 
Para fotografar, escrever, editar, imprimir preciso de várias coisas. Para não falar da contabilidade e burocracia que tive de passar a lidar. 
Também os miúdos me pedem algumas coisas para a escola e atividades e prefiro ter tudo ali à mão de semear. Começou-me a irritar estar sempre a ter de ir fora para tratar disto, então agora acho que já sou autosuficiente nesta matéria. 
Adoro imprimir fotos, escritos da net e desenhos para os miúdos pintarem, mas chateava-me o quanto se gasta em tinteiros. 
Quando descobri a EcoTank da Epson fiquei conquistada e não descansei enquanto não vos arranjasse uma ;)… Já lá vamos. Acho que vão adorar. 
Esta EcoTank sem tinteiros inclui o equivalente a 88 tinteiros. Conta com um sistema avançado de enchimento de tinta e novas garrafas para reabastecimentos sem complicações.  Permite poupar em média 90% nos custos da tinta. Oferece um custo por página ultrarreduzido e produz 14.000 páginas a preto e 5200 a cores com a tinta incluída.Tem um ecrã LCD de 3,7 cm, uma entrada para cartão SD e impressão frente e verso e min da inclui uma garrafa de tinta preta adicional.
Vão ao meu Instagram saber como podem ter esta parceira linda em casa. @ritaferroalvim

Meia fralda é que não.

Baby Madalena (já não tão baby) tinha tirado as fraldas. Talvez de ver os irmãos mais velhos queria ir  ao wc como gente grande. Durante um tempo correu bem, mas depois descambou.
Fiz a tentativa de aguentar mas já não podia com xixis por todo o lado. Amava fazer na cadeirinha do carro, era mesmo o seu sítio preferido. Deixava-a na escola e depois tinha de andar com aquele cheirete o dia todo até chegar a casa. Enfim, não foram bons tempos. 
Vai que pus um basta, fiz as pazes com a derrota, e voltei a pôr a menina de fraldeca.
A nossa relação tem estado melhor e o cesto da roupa suja diminui.
Usamos sempre tree oil (até já adoro o cheiro imaginem) e nos têxteis uso Moskout, que adoro.
Que isto uma pessoa tem de se poupar. É que já basta o tratamento aos piolhos para endoidecer uma mãe.
O mais provável é que haja muita gente a não fazer tratamento. Sinceramente, percebo. Acho que podia fazer uma viagem com i+o dinheiro que já se gastou. Mas assim isto não tem fim. Senhores que fabricam estas coisas, não há nada que os elimine de uma vez por todas?

Onde me podem encontrar depois do caos?

Em alturas de loucura, como foram os últimos meses do ano, a minha casa passa para último plano. (E ainda assim nunca paro de arrumar…) 
Mas assim que chega uma fase mais calma, não há vez que não me transforme numa frenética das arrumações. Aliás, o meu marido diz que a fase começa ainda no meio do caos. Tem lógica, sou eu a querer parar a confusão, recuperar a minha vida e encarrilar outra vez. 
Mas é tão certo como o relógio. Não é nada que programe, é só uma necessidade de ter controlo na minha vida. Para eu estar bem, o que está à minha volta precisa de estar harmonioso, inspirador. 
Adoro estar em casa, mas só se ela estiver arrumada. Se estiver de pantanas, odeio mesmo. Não consigo passar lá nem um minuto tranquila. 
Sem o tempo que desejava para ela este ano, vi muita coisa acumular que não desejava. A nossa casa não é gigante e tudo tem de ter o seu sítio. 
Nos quartos dos miúdos, no meu, a falta de armários e de sítios onde arrumar, coisas em excesso, a Madalena ainda entre dois quartos porque, dependendo dos dias, escolhia a cama de grades, ou a cama de crescida. Os meus filhos, na verdade, não ajudam muito. (Até pelo contrário) Tenho de andar muito em cima porque são acumuladores.  Tudo isto fez juntar a confusão e o movimento destralhar, que tanto defendo, estava descontrolado.
Pois que as férias de Natal deram-me tempo para voltar à ação. Dei muita coisa, deitei fora o que estava estragado, o que já não se usava… E deixei o que, aprendi com a Marie Kondo (já viram a série no Netflix?) me faz feliz. 
Serve também para arrumar a minha cabeça, para ver rumos a tomar, o que vou fazer deste meio ano para que seja rico, simples e com retorno. Pode parecer que não mas tudo isto está ligado. E um ambiente são é meio caminho andado para que sejamos mais organizados e valorizemos o nosso tempo. 
Este macrame da Tex foi o meu presente de Natal para mim e meu marido, com um pau que apanhámos perto do Guincho, a praia onde nos conhecemos e perto de nossa casa. As argolas são da Madeira Maria e cada um tem uma. Com a minha nova planta gigante são agora as meninas dos meus olhos, que me fazem sentir bem em casa (e às vezes nem me deixam de cá sair).