Queridas inimigas…

Cólicas!!!
(de quem é que achavam que estava a falar?!)

Este passatempo é imperdível porque…

em primero lugar
VÃO RECEBER O LIVRO!!!
Palmaaaaaaaasssssss
As Águas do Vimeiro quiseram estar connosco desde o primeiro dia
e claro, com o nosso BABY
porque…
em segundo lugar
está mais que provado que
(graças aos recursos da natureza
e às suas capacidades terapêuticas)
esta simples aguinha
faz bem às cólicas do bebé.
Por isso, já sabe!
Clique Aqui para ver como pode ser uma das grandes vencedoras!!!

À 3ª foi de vez

SMILE
é a música mais conhecida de Lily Allen
mas só agora existem
verdadeiros motivos
 para sorrir!
 Depois de dois abortos espontâneos
nos últimos três anos
(Isto sim é o verdadeiro Socorro!!!)
parece que FINALMENTEEEEE
já tem a sua
menina nos braços.
Yeahhhhhhhh
A notícia ainda não foi confirmada mas…
(isto das redes sociais!!!)
já muitos amigos lhe deram os parabéns
pelo Twitter.
A cantora só tem 26 aninhos,
é casada com Sam Cooper,
desde o passado mês de Junho quando anunciou a gravidez.
Perder um bebé
nunca é fácil 
mas Lily ganhou
agora o MUNDO!
Parabénsssss

Filhos do Fado

Cresci a ouvir Fado
e gostava!
Trauteava a letra memorizada sem fazer a mínima do seu significado.
A verdade é que,simplesmente, soava bem.
Era o meu pai quem me trazia os grandes nomes que
acarinhavam a alma Lusitana.
Mais tarde constactei que ouvi-lo era uma coisa mas…
entendê-lo era outra
…. completamente diferente.
Afinal percebi que a essência do fado só era permitida aos adultos.
Ouvia muitas vezes: – «Os miúdos não sentem o Fado!
Não têm bagagem de vida para cantá-lo, ou sequer amá-lo.»
Parecia que O profanavam.
Fado antes dos 21… era ilegal!
Depois BUUUUMMM
Veio a Mariza, o Camané, a Ana Moura, a Mafalda Arnauth, a Cuca, a Carminho…
e continuam a chegar…
cada vez mais
a sentir
 mais novos
e a arrepiar.
E o Fado que se vestia de negro e tinha tranças pretas
passou a ter loirinhas em cabelos curtos trendy,
cores tendência e Grammy’s.
E só assim o Fado poderia pertencer à Humanidade
transversal a todas as Gerações
a quebrar barreiras
e a deixar poucas saudades dos velhos preconceitos
esquecidos num refrão qualquer!
E é mesmo fixe! deixarmos esta herança
aos nossos filhos!

Avós rimam com amor

Claro que não rima…
mas conjugam MESMO bem!
E assim já está tudo atento a este post.
Ora que hoje temos programa!!!
Uma semana sem os avós perto é dose… e a saudade já aperta.
E depois como é?! 
Quem é que lhes dá doses surreais de mimo,
um pouco de má educação
e algumas .. cáries!?
Aliás…
Hoje vamos aquele sítio que só se pode ir de vez em quando…
(Por eles e por nós!)
Yeahhhhh!!!Estamos num excitamento!!!
Sempre dá para ajudarmos a Fundação Ronald McDonald
A causa é linda!!! 
Já lá fiz reportagens daquelas que é impossível não sairmos de lágrima no canto do olho.
‘Uma casa longe de casa’  dá um tecto 
às crianças e às famílias 
que estão a fazer tratamento prolongado 
num hospital longe de casa.
Prometo que vale a pena ajudar!!!

Só mais uma coisa.
Já alguma vez a vossa filha de 2 anos gritou:
– Avóóóóóó!!! A mãe não me deixa fazer desenhos!!!(?)

Só para saber…

 

A saída vive na Disney

Cheguei à conclusão que descobri ‘a’ saída para os tempos que vivemos.
E a resposta está na…
DISNEY!
A sério!!!
De repente, ao assistir às mil repetições de filmes e séries
(obrigada pela minha filha mas de longe os meus desenhos preferidos),
constato que a resposta
é SIMPLES!!!
Quem me abriu os olhos foi
o Mogli.
Sabem, o menino da Selva?! O amigo do Balu?!
Cantam assim, os dois, felizes:

‘Eu uso o necessário
Somente o necessário
O extraordinário é demais
Eu digo necessário
Somente o necessário
Por isso é que essa vida eu vivo em paz’

E foi este o grande momento
d’ A REVELAÇÃO!
Para além de nos ensinar a viver com frugalidade,
com o mínimo indispensável,
ainda manda calar os fofoqueiros, invejosos
e os tais que ‘falam, falam, mas não fazem nada!’
Depois fiz um flashback de toda a minha infância e…
É isso!!!
A Disney é uma verdade absoluta que devia passar a Igreja Universal!

Com a ‘Dama e o Vagabundo’ há claramente um apelo ao não abandono dos animais.
Na Branca de Neve e os 7 anões, o respeito pelas diferenças é evidente.
Na Cinderela, os divórcios são o ponto sensivel de toda a história.
No Pinóquio, já se sabe, a mentira tem nariz comprido.
O Bambi ensina a lidar com a morte.
O Dumbo ajuda a superarmos as nossas fraquezas.
A Alice no País das Maravilhas sensibiliza para as doenças mentais.
A Bela Adormecida apela ao não consumo de estupefacientes.
O Robin dos Bosques à igualdade.
Papuça e Dentuça alerta para a imagem mas também para os excessos que podem nascer daí.
A Bela e o Monstro, claro, a não nos deixarmos enganar pelas aparências. Igual com a Princesa e o Sapo.
A Pocahontas e a Mulan, a respeitarmos a natureza e até a regressarmos às nossas origens.
À Procura de Nemo a não desistirmos dos nossos objectivos.
A Sininho traz com ela a amizade.

Ou seja, a brincar a a brincar, temos aqui toda uma sociedade justa
e preocupada com o seu semelhante.
E agora bye bye
que fui viver
 para o Mundo da Fantasia!

Barrigas de amor

Tenho uma amiga, a Carmen,
que se dedica a eternizar a gravidez.
Para além dos 9 meses,
 agora podemos ficar de esperanças
 para sempre!
(Mas sem o peso e as partes más)
Com mais ou menos prazer,
a verdade é que este é um momento especial
que nenhuma MUMMY esquece.
E depois dá para ver como ficámos depois de 9 meses…
O que é o exagero do tamanho?!
Verdade seja dita…
estas barrigas foram feitas UMA semana antes do nascimento.
(À última da hora tem mais graça!)
Obrigada querida amiga.
Amei!

Clique aqui para espreitar mais barrigas XXL

Quando o livro foi à SIC Notícias

 
Foi uma entrevista muito engraçada
na Edição da Manhã
com o João Moleira.
 

É meu colega, meu amigo…

e avisou logo que não percebia nada do tema.
AHAHAHAH
 Por isso imaginam
o divertido que foi!!!
O mais cómico é que mal acabou
voltei para a minha secretária,
como se nada se tivesse passado,
para mais um dia
de muitas notícias!

Em acção…

Entretanto…

 aconteceu taaaaanta coisa…!

O LANÇAMENTO foi um SUCESSO!!!
Estranhamente, não estava nervosa.
Mas tém estavam lá os meus

3 AMORES…
  E quando olhava à volta era só AMIGOS por todo o lado.
Falou o Mário Cordeiro e, claro,
foi ES-PEC-TA-CU-LAR!
Não podia ter escolhido melhor pessoa para o prefácio e para a apresentação.
Fartei-me de dar autógrafos,
o que é toda uma nova realidade para mim.
AHAHAH
A CULTO DECOR ofereceu frases do livro para as fãs colocarem nas paredes de casa.
As ÁGUAS DO VIMEIRO deram, claro, águas e os marcadores para o livro.
FOI A NOITE PERFEITA!
No dia seguinte fui ao Boa Tarde da SIC.
Levei 3 mães que escreveram depoimentos para o LIVRO.
A Mariana Vozone, a Mariana Alvim e a Marta Aragão Pinto.

Foi uma conversa divertida com a Conceição Lino.
Mais um dia, mais uma entrevista.
Desta vez sozinha com a Ana Rita Clara, no Mais Mulher, da SIC Mulher.
Adorei!
Uma entrevistadora que sabia do que estava a falar
e isso sabe mesmo bem!
No dia a seguir fiquei em casa, na SIC Notícias, com o João Moleira.
E não há nada como a nossa CASA.
Depois produções para a Revista Maria e Nova Gente!
E ufa!!!
Agora uns dias de DESCANSO…

Socorro! Sou a autora…

Isto de se escrever um livro para mães e futuras mães,
quando não se é médico ou outro profissional experiente,
tem MUIITOOOO que se lhe diga…
Eis que me deparo com um trabalho que me ocupou durante meses
e se condensou em 260 páginas
em todos (mas mesmo todos!!) os cantos de revenda nacionais.
 Livrarias, hipermercados, supermercados, papelarias, bombas de gasolina…
You name it!
Depois da euforia, entusiasmo e de uma felicidade incontrolável
começou a subir por mim um sentimento de medo.
De TERROR mesmo!
Não tinha tido tempo de reflectir, de me distanciar,
de o ver com uns olhos diferentes, de quem nunca o conheceu.
 Socorro! Sou mãe… não é só o nome que dei a obra, mas a toda uma nova sensação
que me aperta o peito e me deixa sem fôlego.
Agora pior que uma mãe, sou uma mãe pública que se armou ao pingarelho de escrever um livro dirigido a tantas mulheres, numa fase tão delicada e sobre a qual tantos ‘experts’ já tiveram uma palavra a dizer.
ATREVIDA!
Mas as exigências, literária e de conteúdos, são umas meninas a comparar com o que agora passou a viver dentro de mim.
Primeiro, ando em busca da bancada onde ele descansa, analisando sempre o destaque que lhe dão, e aproximo-me com cuidado. Finjo olhar para outro livro, bem juntinho ao meu, que confesso não me lembrar do título, do autor e nem sequer do tema.
Estou tããããão nervosa!!!
Olho de soslaio para uma senhora que folheia o dito…
Sou olhada pela mesma senhora que olha o dito, e que volta a olhar para mim…
Sim, sou eu quem está nessa capa.
Sim, é esse o meu nome, é esse o meu filho, é esse o meu projecto…
É meu! Não! Se quiser é SEU!
Disfarço. Não por me achar a maior, mas porque estou com tanta vergonha que nem sei como reagir.
Riu-me com nervosismo.
 E se a senhora não gostar dele?!? (do dito… ) E se afinal este meu filho (o de papel) está fraquito?
Se gosta da capa? Das cores? Das fotografias? Dos temas?
 Aiiiiiiii!!!
Antes que a minha cabeça desse cabo de todo um feito que há 2 minutos me enchia a alma,
a minha atenção é chamada para outro lado.
Todos os meus dilemas passaram a ser mais pequenos do que o que se iria passar a seguir…
A minha filha a trepar por uma prateleira,
qual papagaio num poleiro apoiado numa só pata,
do alto dos seus dois anos, preparava-se para atirar, do alto da bancada,
 toda uma panóplia de produtos de caros, a pecaminosos de caros, até outros que pouco valiam…
Avanço sobre ela, firme. Retiro-a dali para logo de seguida ela se espojar no chão qual lagartixa a quem cortam o rabo,
 mas com SOM.
A birra foi progredindo, progredindo, até atingir um estado de alerta geral por toda a loja
(e tenho dúvidas se pelo Centro Comercial todo).
E AGORA?!
A minha reacção parece estar a ser analisada à velocidade do filme Matrix.  Lentamente, desvio-me das balas. Ou deveria enfrentar o inimigo?
Se ralho é porque ralho e posso parecer má… Se não, sou permissiva e a minha filha uma mimada sem barreiras e educação.
Riu-me ainda mais nervosa e concluo: A partir de agora todas as minhas atitudes enquanto progenitora estão postas em causa.
Se falho, o meu livro é um flop .
 É esta a verdade!
E então revejo página a página o que escrevi.
  • Primeiro pânico: Não posso engordar nunca!!! Estão lá os planos nutricionais que devo seguir à risca. Dou o prazo (ideal) de dois anos para que o corpinho ‘amachucado’ da gravidez se recomponha… e esta barriguinha que ainda ostento não está a dar com nada.
  • Segundo pânico: Não posso ter dúvidas!!! Passei a receber mil telefonemas com milhares de dúvidas. Amigas e familiares perguntam-se sobre tudo do gigantesco mundo dos bebés! Hesitar é morrer e dou por mim a desligar o telefonema a dizer: Ligo-te já! Vou estudar esse tema e já te informo!
  • Terceiro pânico: Doenças, quedas, queixas e fases estão proibidas lá em casa. Mimos e birras… são fraquezas!
  • Quarto pânico: Já não posso escrever sem acentos, com erros, com x’s e k’s… A vergonha!!!
E ainda me vou lembrar de mais com o passar do tempo.
Afinal para ajudar outras mães dei-me à morte!
Socorro! Sou autora de um livro de bebés mas no fundo sou só uma simples mãe
 com uma ideia perigosa
mas
 RECOMPENSANTE.

Nasceu!

Foram 10 meses
desde a primeira ideia
até aqui…
Lá está…
Foram os 9 de gravidez e mais 1 de turbulhão…
como me disse uma amiga.
E é mesmo sobre esse mesinho caótico
que fala este livro.
Foi feito com tooooodo o AMOR do Mundo,
em primeira instância para a minha irmã grávida,
(que julguei muito mais incapaz do que foi depois na realidade).
Depois, por acreditar muito neste bebé
resolvi dá-lo
para adopção a outras,
 futuras e esquecidas,
MÃES.
O meu Duarte de 1 mês foi o manequim.
A mana, com 2 anos, só aparece no recheio.
 Em primeiro lugar porque não tinha a idade pretendida,
em segundo porque queria protegê-la…
Um bebé é difícil de diferenciar,
já uma menina crescida deixa claras algumas feições
que a podem identificar no futuro.
E foi por isso.
As fotografias foram tiradas pela Mariana Sabido
mesmo durante esse primeiro mês.
Nelas estão as
OLHEIRAS,
o CANSAÇO,
a RAIZ DO CABELO por fazer
e aquela BARRIGUINHA que…
nem vou falar dela!
Com este livro quis tirar aquelas dúvidas básicas às mães.
Na amamentação, na liberdade de não amamentar, para onde vamos na maternidade, o que nos espera em casa, os cuidados com o bebé, a segurança e a papelada para entregar no trabalho.
E nós!
Nós mulheres, nós mães, nós os dois e agora nós os três…
Espero que gostem tanto de o ler
como eu gostei de o escrever!