Os produtos de beleza que compro no supermercado

Muitas vezes, quando partilho algumas dicas da minha rotina de beleza, as pessoas perguntam-me sempre onde é que eu compro tudo. Óbvio que depende muito e que a minha escolha depende da minha vida e por isso muitos deles vêm do supermercado, misturados com as compras de comida e de limpeza da casa.

Se houve um tempo em que era incapaz hoje em dia tenho total confiança nestes produtos e sou mesmo viciada em alguns.

Por exemplo, o óleo de Argão para as pontas secas é uma coisa que nunca falta cá em casa e que até o uso já na minha filha mais velha. Uma coisa que descobri a pouco tempo foi o protetor de cabelo para quando faço caracóis com o modelador.

Ultimamente tem sido assim que me penteio e a importante protegermos o cabelo antes de pormos uma coisa quente e este produto é incrível. Não só por tens o cabelo como sinto que o penteado dura mais tempo. Fica a dica para quem usa ferros ou babyliss. São tudo produtos Cien do Lidl que adoro.

Também tenho o creme Q10 anti-rugas que tem uma ótima relação qualidade/preço. Depois já usei a máscara de pestanas à prova de água, batom mate, lápis de olhos. Amo também a máscara de cabelo que tem um cheiro maravilhoso. Deixo a máscara 30 minutos no cabelo antes de tirar e o meu cabelo tem andado outro, mesmo com o uso do ferro.Também há uma gama de champô e amaciador novos muito bons mas não tinha agora cá para vos mostrar.

Adoro poder resolver a minha vida rapidamente e hoje em dia realmente está tudo muito mais facilitado com as superfícies a apostarem na qualidade dos seus produtos.

Vocês usam algum produto do lidl que eu não tenha descoberto ainda?

Vi uma mãe a pedir uma amiga no Facebook

Hoje de manhã acordei e, numa breve passagem pelas notificações, vi que uma mãe tinha escrito um post no grupo de Facebook das mães de Cascais onde pedia uma amiga. Lá dizia que não precisava de uma psicóloga mas de alguma pessoa com quem pudesse partilhar alguns momentos da sua vida.

Qual não foi o meu espanto quando nos comentários a seguir, porque fiquei curiosa e fui espreitar, várias mães concordavam e falavam até de criarem esse grupo e combinarem algo entre elas. Falavam de como se sentiam sozinhas, de estarem sozinhas com os filhos, de não terem programas, ou uma conversa…

Nunca antes fomos tão globais e estivemos tão sozinhos. Nunca antes estivemos estão presentes e, à mesma, tão ausentes… Senti uma enorme empatia por esta mãe e por todas as outras que comentaram.

Os dias de semana são a correr, os fins-de-semana reservados para a família, E a vida passa e nós, mães mulheres, estamos sozinhas. Apesar de eu ter amigas (não são imensas mas são suficientes) sinto que muitas vezes o tempo passa e não estamos juntas. Mas também eu já me senti sozinha. Ainda para mais porque não sou a dos grandes grupos. Tenho uma aqui, outra ali… 

Talvez também por isso me tenha lembrado de escrever o Socorro sou mãe , o Socorro! Eles crescem tão rápido…, ou de lançar a Revista Tribo. Tudo sempre com a intenção de que pudéssemos sentir que não estamos sozinhas. Depois os filhos crescem e não construímos. Não consolidámos a nossa esfera social para gritarmos a pedir socorro. Demos muito e pedimos e juntámos pouco.

Por isso vos digo que é preciso mantermos essas amizades. Ou criarmos de raiz. Sem vergonhas! As verdadeiras, aquelas raras, as melhores. As que não nos deixam sentir sozinhas. E ainda bem que esta mãe fez este alerta publicamente porque nos faz pensar um bocadinho em todas nós e em quem está à nossa volta. E em vez de se fechar no seu silêncio, com esta partilha fez algo de muito importante.

A miúda que faz anos todos os dias.

Todos os dias a minha filha acorda a dizer: Bom dia!!! É o meu aniversário!!!É uma coisa tão simples mas que me deixa sempre logo bem disposta pela manhã porque para ela a vida é uma festa. (Mas em versão rock, claro!)Termos filhos felizes é talvez a maior alegria que podemos ter. Houve fases em que já senti os mais velhos um pouco mais tristes e não estava habituada.Quando são mais velhos começam os problemas típicos, na escola, com professores, amigos, algumas inseguranças e lá se vai esta magia dos primeiros anos. Por isso, estou sempre a tentar recuperar essa alegria que se vai perdendo naturalmente mas que eu quero que se mantenha sempre em toda a vida deles.Posso dizer com toda a convicção que sou uma pessoa feliz e que apesar dos problemas comuns a toda a gente gosto de acordar todas as manhãs. E acho a vida uma benção.Trabalhar a resiliência é muito importante nas crianças, e até em nós, para que até nos possamos deitar tristes mas que possamos ir arranjar forças para acordarmos prontos a enfrentar até os piores momentos.Ter uma miúda que todos os dias diz que é o seu aniversário é logo uma boa motivação. 😉

A (mega) Sharan da Volkswagen

Já andávamos a falar com a Volkswagen há algum tempo para uma ocasião de experimentarmos a Sharan. Ir para o Zmar foi a desculpa perfeita para dizer aos senhores que estávamos prontos para a experiência. E assim quem andar à procura de um carro gigante fica já com umas luzes sobre este.Resolvemos então, apesar de sem o meu marido e de serem apenas dois dias, não fazer economias aos objectos a levar. Um malão gigante, 2 bicicletas (não vale a pena levarem para o Zmar porque se aluga tudo, até carrinhos para toda a família), uma trotinete, 3 cadeiras as 3 com Isofix.Baixámos os lugares de trás, fica mesmo um espaço enorme para levarmos coisas,  e as três cadeiras foram, à larga, no banco do meio. Só para verem a qualidade… Não sei se mais algum carro tem esta capacidade. Os de trás também podiam levar mais duas cadeiras (com isofix) caso não precisássemos de uma mala tão grande. Mas quisemos ir à bruta. Dá para levarem massagens lá atrás e até fazer filhos em modo luxo. ahahAdorei, claro, ser de caixa automática. Acho que na estrada há dois tipos de condutores. Os da caixa automática e os da manual. Os primeiros (que não é o meu caso) são muito mais felizes. ;)Para lá e para cá (e mais umas voltinhas) não gastei meio depósito de gasóleo. Achei mesmo económico. Depois há inúmeros extras como o teto panorâmico que os miúdos amaram óbvio. Alta voz, wifi e segundo percebi até dá para ter internet.Para mim os grandes pontos altos, para além do espação, foram:

  1.  Um botão no comado que abre portas e malas com um toque só.
  2.  Ou a bagageira que abre com um sensor com o pé caso tenhamos as mãos ocupadas.
  3. Para mim a cereja no topo do bolo foi o Cruise Control Adaptativo integrado que é como ter um assistente que controla o trânsito e trava conforme a velocidade do carro da frente. O ponto mais fraco talvez seja o design exterior mas até isso eu gosto. Acho familiar e muito versátil para todas as ocasiões. Ah e não se lavar sozinha.;)Fiz uma viagem incrível e os miúdos não queriam devolver o carro. 

Fim de semana de mãe sozinha

[Vou provar-vos que os blogs não morreram. Só aqui conto com detalhe o que me vai na alma. Só aqui as fotos aparecem gigantes e dá para apreciar/criticar o trabalho de fotografia. Só aqui o tempo passa devagar. ]

Fui com os três para o ZMAR. Sabia que não ia ser fácil sozinha. Mas difícil não significa que não tenha sido maravilhoso. Foi!Passei tempo com os três sem delegar. Parece que não mas isto dota-nos de uma atenção triplicada, mas também de um amor enorme.Estive obviamente mais focada na Madalena, que é afoita e não saiu das piscinas. Os outros tiveram mais liberdade, até porque já conhecem este sítio como as palmas das suas mãos. Acho que a idade deles é incrível para este conceito, porque podem ser livres ainda que controlados.  De dia não parávamos, de noite aninhávamo-nos e queixávamo-nos de saudades do pai.Mas na verdade foram dois dias m muito importantes.Acho que principalmente para o Duarte, que andava mais rebelde comigo. Claro que isto é um espelho de mim, de como está a minha relação com ele. Se a Maria é super constante, o Duarte oscila muito. E com a Madalena a exigir tanto acabo por ser mais dura e impaciente com ele. E é como ele se torna para comigo. Sei que somos o reflexo neles. Estar calma fez logo um miúdo diferente. Foram só mimos. E acho que isto nos ligou ainda mais.É bom para trazermos para casa o sentimento e o irmos buscar quando andamos mais tortos.O fim de semana foi incrível e podem ver mais coisas no instagram.Houve imensas atividades (não consegui fazer nem metade porque eles insistiram na piscina claro) mas houve yoga para bebés, tetro, alimentar os animais, slide, baloiços, conto, meditação, caça ao tesouro.Por ser dia da mãe recibi imensos presentes, como o livro do Chakall que também foi lá dar um workshop, saladas vitacress, produtos Dr.Organic, cremes e campos da mustela para eles, Yoggi teas e cereja no topo do bolo um kit da Rituals que amei.Se é para voltar onde fui feliz, então fiz bem. <3

O que é que mudou para não termos tempo para ler um blogue

Falo por mim porque, apesar de receber os meus blogues preferidos no e-mail (a maioria estrangeiros)  já não visito blogues como antigamente. Como estou a mudar este espaço aqui (cheia de vontade de voltar antigamente) tive de andar a estudar tudo o que fiz até hoje.O blogue tem quase 9 anos anos (quase toda a minha vida de maternidade). Mudou tanta coisa desde que fiz o primeiro post que nem acredito.Escrevi mais um livro, tive mais uma filha, lancei uma revista, despedi-me, passei a trabalhar por conta própria… E foi tudo um bocadinho por causa deste espaço.Tenho-lhe um carinho tão grande porque aqui partilhei quase toda este minha vida, muito antes de haver marcas e a parte comercial que também obviamente teve que entrar a determinada altura.E fico feliz. Porque deixei de ter patrões convencionais para vos ter a vocês, a determinarem o que tenho de fazer na minha vida profissional. Mas nesta volta pelo blogue fiquei a pensar o que é que mudou desde essa altura… E mudou tanto!!!Começou por ser o Facebook a roubar o tempo que as pessoas tinham para simplesmente ler um texto até ao fim. Agora com a rapidez do Instagram as pessoas quase não saem de lá.Tenho umas seguidoras super fiéis que continuam sempre a cá vir (apesar de muitas vezes acabarem por me responder no Instagram;)) mas sei que estão aí.Mas realmente mudou tanto em poucos anos…Nunca irei deixar este blogue até pelo que ele representa: tempo. E é isso que eu. mais tento trazer para a minha (e vossa) vida. Como é um bocadinho com a Tribo, que as pessoas guardam tempo para ler a lei saboreá-la, assim é este espaço para quem quer um bocadinho de tempo para si.Vou voltar a dar-lhe todo o meu carinho e tempo, com uma nova e linda cara.Obrigada a todas as que continuam desde o início e às mais recentes que também chegaram graças às redes sociais mais “fast”.Um beijinho a todas espero trazer-vos notícias em breve deste sitiozinho digital lindo.

Dubai (Episódio 2): zona histórica e dicas

Esta foi talvez a parte que mais gostei de partilhar do Dubai.
Quando pus as fotos no instagram, tive muita gente a dizer que não fazia ideia que houvesse outras animações para além da cidade construída em cima de um deserto que se vê nos postais e nas séries.
Ora que o Dubai foi uma enorme surpresa também para mim, graças também a uma guia incrível, brasileira, que nos mostrou que ali há muitos outros cenários a visitar. 
É um destino incrível para famílias porque há sempre para fazer e ver. Senão, há praias e piscinas, e parques temáticos, mas vou deixar isso para outro post.
Serve este “episódio” então para vos mostrar alguns monumentos e edifícios, o souk das especiarias, a zona mais antiga com presença portuguesa por causa da rota das especiarias e outros momentos ímpares da nossa viagem. 
Parte pior: não levei máquina para o deserto por isso vão ter de espreitar essa parte no meu instagram. Mas foi muito giro. Fomos de Jeep naquelas dunas gigantes, com a Madalena a amar, andámos de camelo, só uma voltinha de um minuto, jantámos e regressámos exaustos e felizes.
Espero que gostem e que vejam um outro lado do Dubai!
 
1. Dubai Frame
No Dubai tudo é sempre o maior do mundo. E se não é eles constroem. 
É a maior moldura do mundo com 150 metros de altura, é uma das estruturas mais recentes (aquilo parecem cogumelos a surgir) de entre os projetos extravagantes que o Dubai já nos habituou. 
Sobe-se de elevador e anda-se lá em cima por cima de vidro. Surreal. 
Aliás, isto para quem como eu tem medo de alturas é um enorme desafio. Mas aviso já. Subir lá 150 metros é mais suave que subir cá três em qualquer elevador. 
Saí de lá a sentir-me uma super heroína. 
Para além do vistão há uma exposição interativa de realidade aumentada com a história e o futuro da cidade.

2. Os Souk
Há o gold, com ouro e outros metais precisosos, o das especiarias, dos tecidos, das tecnologias, perfumes e tapetes… 
Óimo para trazer algumas sabores, aromas e memórias diferentes para casa. E não se esqueçam de comprar um lenço bonito para tapar ombros;). Nós trouxemos chá, umas especiarias diferentes e uma coisa que não sabemos como se chama, que desentope narizes tal qual canos entupidos, mas que agora temos medo de usar. lol 
Aqui os miúdos também provaram rebuçado e gelado de leite de camelo. 
O cheirinho do mercado é incrível e eles, já se sabe, são bons vendedores. Melgam um bocadinho mas respeitam se não quisermos. Eles gostam de negociar e é normal os preços baixarem até de30% a 50% durante as negociações, afinal nós somos portugueses. 
Para nós foi grande a diversão e em menos de 1 minuto vestiram os miúdos da cabeça aos pés. Tenho pena de não mostrar a viagem até ao mercado que foi feita de barco pelo Dubai Creek, e parece que estamos num filme.

 

 
 3. Hotel Burj Al Arab 
É considerado o único hotel 7 estrelas do mundo e dizem que é o melhor hotel do planeta. Óbvio que isto foi o mais perto que tivemos dele já que por noite custa no mínimo 1300€ e o mais incrível é que dizem que está sempre cheio. Foi construído em cima da sua própria ilha artificial a 280 metros da costa, tem 321 metros de altura, a suite mais pequena tem (só) 175 metros quadrados. 
O serviço de transfer do hotel é feito por BMWs, Rolls Royce e um helicóptero privado. E quem vem do aeroporto para lá nem trata de passaportes nem nada e faz o check in direto. 
 Coisa pouca portanto. 
Diz-se que foi inagurado por um Sheik que o reservou todo mas só ocupou três quartos.

 
4. Burj Khalifa
Óbvio que é o edifício mais alto do mundo. Tem 828 metros. Na sua construção participaram mais de 12.000 pessoas de 30 países.  Para perceberem bem o Empire State em  Nova York tem metade desta altura  (381 metros). A torre conta com 57 elevadores, pesa 500.000 toneladas e está coberta com 28.601 paineis de cristal.
Ate ao 148º andar (como é possível eu ter feito isto?) são 555 metros. Juro que não se sente nada. è incrível a vista. Cá fora há um espetáculo incrível no lago com jogos de luz e água. Emocionante.
Os bilhetes compram-se aqui.

 

Coisas que devem saber quando visitarem o Dubai:
 
É tudo uma questão de bom senso. já sabemos que estamos perante outra cultura e o Dubai, apesar de maioritariamente muçulmano, é bastante liberal. 
Não vi nada, nem senti nada que possa ser aqui escrito como preocupação. Famílias então super tranquilo. As crianças são super bem tratadas. Há filas e atenção especial para os mais novos. 
Agora esqueçam os decotes, as saias curtas ou justas, mas também acho que para correr atrás de crianças não dão jeito. 😉
Devem ter respeito pelas suas regras por exemplo se estão a amamentar. Deverão ser discretas, mas nada que um lenço não resolva. 
Já se vê muitos turistas mais despidos mas não são muito bem vistos. Depois é como em qualquer lado mais comum. O vestuário deve ser adequado ao local. Fato de banho ou biquini até na praia e piscina. Há multas ou prisão para quem se esquecer disto. 😉 Proibidos linguados públicos ao marido também. 😉
No Ramadão as regras são mais restritas e álcool só nos hotéis e é uma fortuna. 
Não se pode fotografar no aeroporto, polícias, palácios, etc… 
O fim de semana deles é à sexta e ao sábado, mas tenho a impressão que está tudo sempre aberto.
O Dubai é super seguro para estrangeiros, para mães ou mulheres sozinhas, ainda que não dê para fazermos tudo o que eles fazem, como conduzir. Mas acredito que de férias ninguém o queira fazer. )
O aeroporto é incrível e se voarem coma Emirates vão ficar maravilhados.
 
 

Como substitui alguns ingredientes (e fez toda a diferença na minha vida)

Apesar de ainda estar longe do que quero e ainda muito perto de uns cravings malucos em que ataco a cozinha, acho que estou uma pessoa nova em termos de alimentação.
Como já muitas sabem, o supermercado do meu dia a dia é o LIDL e  se antigamente tinha de andar de sitio em sítio, hoje em dia, cada vez mais encontro lá quase todas as minhas opções atuais.
Por isso quis fazer este post. Para mostrar que é possível hoje em todo o lado optarmos por mais saudável em qualquer espaço.
Eu não como carne, mas os meus filhos e marido sim. Então escolho carne de pasto sempre.
Assim como os ovos que são sempre biológicos de galinhas felizes. Custam um bocadinho mais mas acho que é o dinheiro melhor empregue da minha vida. Faço sempre as contas de outra forma que é uma boa alimentação pode equivaler uma poupança em médicos, medicamentos, etc… 
Muita gente diz que comer melhor é muito mais caro, mas não é. Para compensar os produtos mais dispendiosos, principalmente, a proteína, o truque é comer menos quantidade. Na verdade não precisamos tanto da quantidade que estamos habituados. Não só diminuo a quantidade, como a frequência. Substituo umas 3 vezes por semana a carne por leguminosas. Muito mais baratas, saudáveis e os miúdos gostam. 
Outro truque por exemplo, para substituirem ovos nos bolos são sementes de linhaça em água. Se deixarem assim demolhar durante 30 minutos a agua ganha a espessura dos ovos e é um ótimo e barato substituto.
Imaginem um prato. Dividam em dois. Uma metade é de legumes. A outra metade dividam noutras duas partes. Uma é para hidratos, outra para proteína. Esta medida é a que tento cá em casa. 
Depois, felizmente, o LIDL está também a fazer crescer o seu canto biológico que tento trazer muito dali. Depois do biológico sigo a lista: local e da época. E esta é a minha regra. 
As gorduras que uso agora são óleo de côco ou óleos vegetais de extração a frio. Também já fiz ghee em casa que aconselho. É fácil (tem receitas na internet) e muito saudável. 
Também já há leites vegetais e bio o que facilitou muito a minha vida, principalmente, pela Madalena  que é uma leiteira. Alterno entre os dois.
Pão o mais escuro possível. Adoro um embalado bio. Depois também já encontro quinoa bio, arroz integral (já só compro este), 
Outro truque bom é a farinha de aveia que faço com os flocos. E evito a farinha normal. Também dá de amêndoa ou de outros frutos secos, que também compro muito.
Vou tentar pôr mais receitas do que faço para verem como é fácil trocar ingredientes e tornar tudo mais saudável e à mesma saboroso. 
Para já deixo do bolo de três anos da Madalena e húmus, boa?
Naked Cake
 (tirei da revista da Bimby e modifiquei)
Cobertura
200gr açúcar côco
30gr morangos desidratados
100gr óleo de côco
250gr queijo mascarpone
Bolo
150gr leite vegetal
Sumo de 1 limão
450gr cenoura 
130 gr côco ralado
4 ovos bio 
300gr açúcar de côco
100gr açucar mascavado claro
330 gr farinha aveia/côco
1 colher chá fermento
1 colher e meia de chá canela em pó
Morangos para enfeitar
Flores comestíveis (comprei vasinhos no mercado)
Húmus 
Fiz o base de grão (1 frasco) com sementes de sésamo moídas
2 dentes de alho
2 c. de chá de sal
Cominhos (não pus por causa dos miúdos)
1/2 limão
6 c. sopa azeite
qb pimentão doce
Depois fiz três diferentes. Um assim com coentros. Outro com beterraba e manjericão e o outro de pimento com hortelã.
Delícia!!! 

A péssima moda de usar e deitar fora.

Não, não estou a falar de relações. Apesar de também haver essa moda por aí, estou mesmo a falar de roupa e de objetos do nosso dia a dia.

Fico chocada por perceber que, muitas vezes, compensa comprar novo que consertar velho. 
Já me aconteceu com máquinas da roupa e da loiça. Só o preço da ida do técnico a casa, quase que nos faz pensar que mais valia uma nova. É claro que toda a gente gosta de estrear (e é uma sensação ótima) mas o mundo não aguenta tanto consumo.
Também uma coisa tenho a dizer: a qualidade de hoje em dia já não é o que era e as máquinas têm um prazo, não é suposto durarem uma vida como antigamente.
Percebo que as marcas tenham de subsistir, mas acredito que uma marca durável a médio prazo acaba por gozar da confiança do consumidor e isso traz fiabilidade ao produto.
No outro dia fui a um evento da minha amiga Helena Coelho que é dona da Smoky Olive, uma loja de roupa em segunda mão e esteve a falar na diferença das roupas antigas e de como se comportam com as lavagens. Não tem nada a ver com algumas marcas de hoje.
O evento aconteceu a propósito do lançamento do novo amaciador Quanto Revival que quer isso mesmo, preservar o que mais gostamos por muito tempo. Este é o primeiro amaciador do mercado com queratina, que mantém a intensidade das cores e previne o aparecimento de borboto. Adorei a ideia. Até porque eu sou do tempo em que a minha mãe passava a vida a pôr-nos joalheiras e cotoveleiras quando rompíamos alguma peça e a ida ao sapateiro era habitual.
Para não falar nas roupas que recebíamos de tias e primas, e filhas de amigas da minha mãe, que depois eram passadas para os irmãos mais novos ou para outros primos.
Ainda faço isso.
Bem, o evento foi muito giro, trouxe um casaco maravilhoso de camurça antigo que me parece que vai durar toda a minha vida. E estive com a minha querida amiga a matar saudades. Porque também as amizades não devem ser de usar e deitar fora.


Dubai – episódio 1 – A viagem

Decidi dividir este assunto em muitos porque realmente num só não dava.
Então este primeiro é dedicado à viagem em si, avião, deslocações, acessibilidades e dicas.
Viajar com a Emirates é outro nível. Primeiro porque tenho pânico. E depois porque achei que ia ser um filme de terror com a mais nova fechada, sem possibilidade de fuga. 
Mas foi um sonho. 
Não sei o que vos diga, se foi dos mega filmes que vi, dos pilotos, do próprio modelo de avião, mas nada… não senti nada. Parecia uma pena a levantar e a aterrar.
Depois havia televisão com os últimos filmes para toda a família. Eu devorei três à ida, três à vinda. 
Tirei a barriga de misérias.
Eles idem. A Madalena tinha todos aqueles que dão na TV. E os mais velhos tudo o que gostavam à mão de semear. Depois havia consola com jogos em todos os lugares. Ou seja, ninguém quis saber de ninguém. Estávamos ali todos felizes a consumir o que cada um gosta sem interrupções ou sujeições.
Também receberam uns presentes super úteis da Emirates como autocolantes, livros de colorir, lápis… 
e nunca houve ninguém chateado nem à ida, nem à vinda. Aliás, o Duarte nem queria sair do avião quando chegámos ao Dubai. 😉
A comida também é maravilhosa. 
Eu não como carne, mas não avisei. Quando perguntaram o que queria comer perguntei se não teriam vegetariano. Têm claro, mas é preciso reservar. Por acaso tinham um extra e deram-me esse. No regresso, não disse nada outra vez, mas eles tinham-me registado como passageiro vegetariano e lá estava a minha refeição incrível à minha espera. 
A tripulação é incrível e quando me falavam da Emirates foi sempre pouco para o que achei. 
No Dubai, as famílias têm filas próprias, outra atenção e cuidado. 
Fiquei maravilhada a ver a eficácia e cuidado deles em tudo o que meta crianças.
Casas de banho, facilidades, tudo.
Espero ter respondido a tudo.
Este é o primeiro episódio (sem contar com os passaportes) da nossa viagem.   
Stay tuned!
Deixo aqui umas fotos que fui partilhando no instagram. <3